Com a evolução da tecnologia e o advento da globalização, a conexão entre as máquinas tornou-se mais veloz e eficiente: novos protocolos, formas de comunicação, linguagens e até mesmo as máquinas residenciais tornaram a internet mais dinâmica, flexível e acessível. Com isto, mas pessoas podem acessar um maior conteúdo de informações através da internet.

Mas não é a apenas a conexão entre máquinas que evoluiu. Um estudo recente do CEIT (Comitê Gestor de Internet no Brasil) e da ComScore mostra que as redes sociais estão em 3o. lugar no uso de horas da internet dentro na América Latina, ficando atrás apenas dos grandes portais (ex. Terra.com.br) e de comunicadores (ex. MSN). Ainda nestes estudos, o Brasil lidera o ranking uso da internet são 30,2 horas mensais no uso da internet.

Este crescimento tão intenso das redes sociais justifica-se em parte pela facilidade e praticidade de interação:  você pode encontrar desde seus colegas atuais de trabalho e criar apenas uma rede de relacionamentos profissinais até encontrar aquele seu amiguinho do primário que você nunca mais tinha ouvido falar. A centralização de pessoas nestas rede é grande, visto que 90% dos brasileiros possuem uma conta em alguma rede social (IBOPE).

Porém não é apenas de bons frutos e de um forte crescimento que as redes socais vivem. Existem alguns calcanhares-de-aquiles nestas redes. Com a centralização de pessoas e a facilidade em seu uso, você pode encontrar aquelas pessoas que você nunca mais queria contato. E, um grande ponto profissional a considerar: grandes empresas de RH estão utilizando estas redes para conhecer melhor seus profissionais. Com isto, você acaba jogando por água abaixo uma parte da diversão que as redes sociais se propiciavam a trazer: informalidade, brincadeiras e até certo ponto um convívio arbitrado por normas éticas. Nada de brincadeiras como “eu durmo durante o trabalho”, “meu chefe é um mala” e afins. Elas podem contar muitos pontos negativos para você e ser o critério decisório para que você não consiga a estimada vaga de emprego. O conceito é semelhante a um Big Brother: você tem a liberdade de fazer o que quiser, mas poderá ser vigiado e julgado por outras pessoas…

Nestes prós e contras das redes sociais, depende de cada indivíduo delimitar até onde vai a sua informalidade, seu lazer e seu profissionalismo. Assim, está nas mãos de cada pessoa conhecer seu próprio limite de convívio social na internet…

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